Economia do Norte e Nordeste deve ser a mais prejudicada com o fim do auxílio

MS inclui profissionais da indústria e construção civil no início da vacinação
Sintepav BA realiza assembleias de mobilização da Campanha Salarial 2020
SSST do Sintepav BA realiza visita técnica no alojamento da empresa WMK Construtor

11 de janeiro de 2021
Fonte: Redação A Tarde

Em 2021 renda do Norte vai despencar 8,5% e a do Nordeste , 8%.

 

Com a última parcela depositada no mês de dezembro, o desempenho econômico do Norte e Nordeste deve ser o mais prejudicado com o fim do Auxílio Emergencial.

Sem o benfício do governo federal, as duas regiões devem ter forte queda na renda e um crescimento mais baixo do que a média nacional neste ano.

Estudo realizado pela consultoria tendências aponta que o rendimento dos moradores da região Norte saltou 13,1% no ano passado, enquanto que o dos habitantes do Nordeste cresceu 8,3%. Em 2021, os dados mostram uma provável reversão: a renda do Norte vai despencar 8,5% e a do Nordeste, 8%. Lembrando que a renda de todo o Brasil cresceu 4,6% no ano passado e deve recuar 3,7% em 2021.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, as transferências da União somaram R$ 292,9 bilhões e alcançaram 67,9 milhões de pessoas – quase um terço da população do país.

O impacto do benefício também pode ser medido pela taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) das diferentes regiões. Em 2020 a atividade econômica do Norte (-1,9%) e do Nordeste (-3,8%) encolheu bem menos do que a média do país (- 4,4%).

COMMENTS